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terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Vila do Pavão: Catástrofe de 1970, 11 vidas ceifadas, completa 47 anos


Vila do Pavão, nos dias de hoje
REGISTROS GUARDADOS DA ÉPOCA COMPROVAM QUE A CHUVA DE 1970 FOI A MAIOR TRAGÉDIA QUE A COMUNIDADE DO PAVÃO VIVENCIOU NOS ÚLTIMOS 47 ANOS. UM RASTRO DE DESTRUIÇÃO FICOU GRAVADO NA MEMÓRIA DOS SOBREVIVENTES

Por Sérgio Oliveira

bloglastminute-news@reportagem.info
Fotos: Sérgio Oliveira/Divulgação


      

Santa Bárbara é celebrada na Igreja Católica e Ortodoxa toda data de 4 de dezembro. Bárbara de Nicomédia nasceu na cidade de Nicomédia, região da Bitínia, atualmente Izmit, na Turquia, às margens do Mar de Mármara. Viveu no final do Século III, teve os seios cortados e a cabeça decapitada pelo próprio pai Dióscoro, um rico e nobre morador de Nicomédia. Na ocasião quando a cabeça de Bárbara rolou pelo chão, um raio matou Dióscoro. Assim a Santa granjeou o status de "protetora contra relâmpagos e tempestades", além de ser nomeada Padroeira dos artilheiros, dos mineradores e das pessoas que trabalham com fogo.





Chover em dezembro é tradição. É o mês em que se comemora o dia de Santa Bárbara: 4 de dezembro, lembrada pelos católicos como dia de muita chuva e raios. Era mais um dia normal na segunda-feira de 4 de dezembro de 1970, pelas bandas da Comunidade do Pavão, próximo a Alto Calçado, distrito de São José do Calçado, no Sul do Estado do Espírito Santo. Os passarinhos cantavam alegre e livremente, as vacas, bois, cavalos e galinhas brincavam sem medo. Do mesmo modo 11 pessoas sonhavam com dias melhores. Todavia, algo naquela noite mudou toda uma história, o qual seria narrado com lágrimas por algum escritor ou jornalista 47 anos depois, ou seja, 17.168 dias.



Por volta das 21h30, a Comunidade do Pavão com laços sanguíneos em São José do Calçado, literalmente, ficou acordada em presença do pior pesadelo presenciado até hoje: um forte temporal de longa duração deixou um rastro de destruição. O resultado da tragédia natural foi que duas famílias, uma de sete membros, outra de três e mais um jovem, foram levadas de roldão pelo furor das águas embaralhadas com pedras de diferentes tamanhos e terras transformadas em lama, que arrastaram também suas casas, criações e todos os seus pertences. Pelos relatos publicados no jornal A Ordem de 1970 (A ORDEM, ANO XLIV, Diretor: Eliezer R. de Mendonça, CALÇADO, 13 DE DEZEMBRO, 1970, N. 1940), é possível perceber a dimensão do estrago e a força das águas. Pedras de diferentes tamanhos e terras transformadas em tijucos arrastaram casas, criações e 11 pessoas com todos seus pertences. 


No impacto das águas, muitos moinhos de fubá desapareceram. Foi o palco da pior catástrofe provocada pelas chuvas na região. Um dia após a calamidade, ao remexer a lama e os restolhos depositados no fundo dos vales, foram encontrados onze corpos e dezenas de animais sem vida. José Furtado Ribeiro, Anita Maria Furtado, Maria de Lurdes (13 anos); José Francisco (11); Maria Luiza (8), Alceu José (4), Ataíde Costa (20), Maria Rosa Costa (20), Maria Sebastiana (1 ano) e Nelson Costa (19), que trabalhava para Nazareno Marcelino (*07/09/1944, quinta-feira - +20/07/2014, domingo), foram as vítimas fatais.

E lá se foram 47 anos e a marca da chuva de 1970 permanece na memória dos moradores de Alto Calçado. Foi um cenário desolador. Os relatos emocionantes de pessoas que resistiram à forte chuva ajudaram a abranger o tamanho da destruição provocada pela maior tragédia natural da história da Vila do Pavão, pertencente ao município de São José do Calçado.  O lavrador Geni Xavier Tiradentes (*17/06/1932, sexta-feira - + 07/02/2015, sábado) morou até seus últimos dias no local da tragédia. Seu filho João Batista da Fonseca Tiradentes (*31/01/1956, terça-feira) um dia antes de completar 47 anos da tragédia, que marcou toda uma geração, contou que na época tinha 14 anos.



João ao lado de seu irmão Mauro

João Batista e a esposa Maria Luiza Tiradentes

-Minha mãe, eu e meus outros irmãos morávamos em São José do Calçado, para que pudéssemos estudar. Meu pai morava lá no Pavão. Era um homem de fé, temente a Deus, mesmo após a tragédia, nunca teve medo de continuar vivendo lá sozinho. Ele vinha até Calçado montado em um cavalo ou até a pé para nos visitar, uma vez que foi um tempo de muitas dificuldades -, disse João Batista.

TROMBA MARINHA OU NÃO?

Pessoas da época afirmam que não foi uma Tromba de água/tromba-d'água ou tromba marinha, que causou a tragédia, e sim, uma chuva torrencial que durou cerca de três horas, pois pelo fato de o terreno ser montanhoso e poroso, não suportou o volume das águas. Nazareno Marcelino disse em depoimento para o Jornal A Ordem em 1970, que poucos minutos antes da hora negra, conversava com seu vizinho José Furtado Ribeiro. E que ele teria lhe oferecido café, mas como estava muito escuro o céu, não aceitou e foi para casa.

-Compadre José, se cair a chuva que ameaça, morreremos todos-, disse Nazareno minutos antes de a chuva desabar. Nazareno ainda contou que logo após a chuva, por volta da zero hora, foi até a casa de José Furtado Ribeiro. Porém, não havia mais sinal da casa.

TRISTE 15 ANOS

O vereador Jose Ailton Cardoso Boca, nascido aos 24 de julho de 1955 (domingo), residente em Alto Calçado, recorda com detalhes da triste noite.





Boca tinha 15 anos quando aconteceu a tragédia



-Eu tinha 15 anos e andava pelas ruas de Alto Calçado. O céu estava muito escuro, as nuvens baixas causavam medo e faziam um barulho muito estranho. Muitos estavam esperando o pior. E assim foi uma tragédia que o tempo nunca apagou-, declarou Boca.



CORTANDO O CORAÇÃO



Os caixões foram feitos pelo marceneiro Antonio Fernando Rosa Almeida. O governador Christiano Dias Lopes mandou total ajuda para o município. O Chefe do Posto de Saúde, médico Aristides Teixeira de Rezende (+25/08/1980, segunda-feira), traçou medidas de seguranças para evitar algum tipo de epidemia. O prefeito em exercício da época, Antonio Lisboa Barreto, foi até a Vila do Pavão para providenciar a remoção dos corpos para Alto Calçado, custeando todas as despesas.




  Fernando relata que foi muito triste a cena de destruição



Antonio Fernando Rosa Almeida, nascido em 13 de agosto de 1950 (domingo), depois de 17.168 dias, revela que foi muito triste a cena de destruição, tendo de ser temente a Deus para superar tal tristeza.


-Morava em Calçado. Quando recebi a noticia sobre a tragédia foi muito triste. Imagina 11 pessoas perderam a vida de uma forma muito dolorosa. Nessas horas, a nossa fé no Criador nos fortalece. Não cheguei conhecer as vitimas pessoalmente-, desabafou Fernando.

MOCINHA SIMPÁTICA 

O operador de máquinas aposentado José Geraldo de Oliveira (Geraldo Vininho), de 69 anos, ajudou no resgate dos corpos. Sempre se lembra da data com muita tristeza e com visões de pessoas penduradas em uma cerca de arame farpado.

- Maria de Lurdes, que tinha 13 anos na ocasião, estudava em Alegre e só retornava no final de semana. Naquela segunda-feira, estudou e resolveu voltar para casa. Morreu na tragédia. Era tão educada. Foi triste vê-la morta -, disse o operador de máquinas aposentado.

PROCURANDO POR UMA LUZ NO ESCURO

Os primeiros socorros foram prestados depois da meia-noite, quando cessou a chuva. Nazareno Marcelino, dentro da escuridão se deslocou para o alto do morro e aos gritos pediu socorro aos vizinhos. Ainda sob o clarear dos relâmpagos constatou a inexistência das casas dos senhores José Furtado Ribeiro e Ataíde Costa.

Os primeiros corpos foram encontrados às sete horas da manhã do dia seguinte por Sebastião Lopes de Abreu (funcionário da Prefeitura de São José do Calçado), Aurélio Nunes de Carvalho (Subdelegado de Alto Calçado), Adelino Ferreira Tatagiba (Juiz de Paz do Distrito) e Ercílio Cordeiro (Cartório de Registro Civil), que comandaram cerca de 100 homens, os quais voluntariamente se propuseram ajudar na busca aos mortos carregados entre os escombros (pedras, madeiras, mato e terra) cerca de quatro quilômetros.

PARTEIRA 

Lições de solidariedade marcaram também o dia negro. Os desabrigados tiveram acolhimentos. A ex-parteira Maria Aparecida de Almeida (Dona Zizi Almeida), de 100 anos, na época com 53 anos, lavou e vestiu os corpos para serem velados e sepultados. Segundo ela, foi muito triste lavar os corpos e perceber que a vida havia sido interrompida muito cedo para 11 pessoas, e de modo trágico. 

Dona Zizi, 100 anos, lembra com tristeza da data trágica 





PREJUÍZOS MATERIAIS



Com muito granizo, a chuva aniquilou toda lavoura de milho, arroz e café da Comunidade da Vila do Pavão. Dentro dos atingidos, Geni Xavier Tiradentes, que possuía três alqueires de terra onde a chuva de granizo foi mais intensa, destruindo toda a sua roça de milho e lavoura de café. Também Adelino Tatagiba, Germano Tatagiba e outros proprietários tiveram as roças totalmente destruídas.

Um dia, netos de nossos netos contarão esta triste história que começou lá na Vila do Pavão. Segue a vida! 






sábado, 2 de dezembro de 2017

Morte trágica de professora evangélica comove toda Região Sul Capixaba

ESTER ERA PROFESSORA DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA REDE DESDE 2013, LOTADA NA ESCOLA MUNICIPAL DE SANTA MARIA. NASCEU EM UM DIA DE SEXTA-FEIRA E MORREU EM UMA MANHÃ DE SEXTA-FEIRA

Por Sérgio Oliveira
bloglastminute-news@reportagem.info
Fotos: Divulgação


Cerca de 92 km de distância do trabalho separava a jovem professora Ester Tebaldi, que faria 25 anos na próxima segunda-feira (4), de seu lar, em Apiacá, no Sul do Estado. E em uma dessas idas e voltas sua vida foi ceifada precocemente durante um acidente de trânsito registrado por volta das 10h20 da manhã de sexta-feira (1°), na ES-297, entre Ponte do Itabapoana e Apiacá.




Ao capotar, o carro saiu da estrada e Ester foi arremessada para fora do veículo. 






Desde 2013, lecionava na escola municipal Santa Maria, em Santa Maria de Campos, distrito de Campos dos Goytacazes, zona Norte de Campos

Conforme B.O da Policia Militar, Ester, que desde 2013, lecionava na escola municipal Santa Maria, em Santa Maria de Campos, distrito de Campos dos Goytacazes, zona Norte de Campos, ao retornar para sua casa, em Apiacá, conduzia um VW Gol PPF-0071. E após passar a curva da Biquinha – sentido Ponte do Itabapoana e Apiacá-, derrapou na pista e colidiu em uma caminhonete S10 placa OVL-7522. Com o impacto o VW GOL PPF-0071 capotou, saiu da estrada e Ester foi arremessada para fora do veículo. 

Ainda conforme a PM, acredita-se que os pneus teriam sofrido aqua-planagem, ou hidroplanagem, que é um elemento que ocorre em dias chuvosos, quando uma placa de água se aloca entre a pavimentação e os pneus, provocando a perda de contato do carro com o solo, provocados às vezes pela velocidade do veículo, qualidade do asfalto, quantidade de água sobre a pista e o estado de conservação dos pneus.

A professora chegou a ser socorrida pela ambulância do município de Santo Eduardo (RJ), que a conduziu até o Hospital José Monteiro, R. José Monteiro, 61 - Centro, Apiacá - ES, e, em seguida, ao Hospital São Vicente de Paula (HSVP), Av. Ten José Teixeira, 473 - Centro, Bom Jesus do Itabapoana – RJ. Contudo no momento em que seria transferida para o Hospital São José do Avaí em Itaperuna, não resistiu aos ferimentos e veio à óbito.


O corpo de Ester que era professora de Educação Física e proprietária de uma academia no Centro de Apiacá, foi velado na igreja Batista de Apiacá, Rua Augusto Cesário, 11 - Centro, Apiacá – ES. Alunos, professores, amigos e familiares levaram o último adeus a apiacaense. O sepultamento aconteceu às 11h, desse sábado (2), no Cemitério de Apiacá, R. João Miranda, 40.



MEMORIAL 


A página do Facebook de Ester ficará viva pelo contato herdeiro, ou seja, alguém que a pessoa escolhe para gerenciar sua conta após o seu falecimento. E essa pessoa poderá fazer coisas como fixar uma publicação na sua Linha do Tempo, responder a novas solicitações de amizade e atualizar a sua foto do perfil, mas não poderá publicar conteúdo por você ou ver as suas mensagens. Fica como uma espécie de  memorial.



LINDA E DEDICADA ÀS OBRAS DE ADONAI



Nas palavras dos amigos de Ester, a jovem era batalhadora, dedicada no seu ramo de trabalho e fiel na palavras de Deus, além de ser muito bonita fisicamente e espiritualmente. O Professor/Fotógrafo/Orientador de TCC - Monografia (Trabalho de Conclusão de Curso) na empresa CRE & SER – Cursos, Palestras, Treinamentos e Serviços, Salatiel Elias de Oliveira, emocionado lembrou da professora com os dizeres “Minha pequena Ester”. 

-Desde quando eu a apresentei nos Encontros dos Evangélicos da Cidade de Apiacá (Associação elaborada e coordenada por muitos anos pelo Pr. Eli) eu a chamava assim. Minha pequena Ester. Pequena na época de suas apresentações e GRANDE na potencia de sua voz. Cantava como gente GRANDE e a adoração no momento todos sentiam que era de verdade. Pois o seu louvor comovia a todos que a escutava. O Objetivo era abençoar vidas e fazer a verdadeira diferença. A adoração de Ester era para chegar aos Céus e falar de forma diferenciada nos corações dos ouvidos que captavam suas mensagens e intenções. Deus tem seus planos. Obrigado aos Pais e familiares por cuidar muito bem de Ester. Deus a enviou e a retirou-, disse Salatiel.

Internautas de todo Brasil  se emocionaram e utilizaram as redes sociais para expressar mensagens de condolência.

“A vida é como a fumaça que se esvai igualmente a rosa que murcha e cai... a vida pode parecer longa aqui, mas a morte é perfeita não dá pra fugir... Nossa estou chocada com a morte dessa moça... Não a conhecia, mas a notícia me chocou muito... Nova, bonita, cheia de vida... Meus sentimentos a família, amigos e a todos os enlutados”, internauta Fernanda Barreto.

“Para nossa irmã em Cristo... Que fez diferença aqui em Florianópolis no tempo que veio nos ajudar! Fica com Deus”, Aline Ludwig. 

DADOS ALARMANTES 

Com a morte de Ester Tebaldi aumenta a Estatística que mostra que acidente de trânsito no Brasil mata 47 mil por ano. Que no mundo, pelo menos 3 mil pessoas morrem diariamente em ocorrências no trânsito, segundo dados das Organizações das Nações Unidas (ONU). O Brasil aparece em quinto lugar no ranking mundial de mortes no trânsito. 

Conforme dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde indicam que em 2015, 38.651 pessoas foram vítimas do trânsito, contra 43.780 óbitos registrados no ano anterior. Só no Espírito Santo foram registradas 846 mortes, conforme a pesquisa. Já entre 2010 e 2015 morreram 6.317 pessoas nas estradas que cortam o território capixaba, sendo que em 2012 foram 1.163 mortes.







terça-feira, 28 de novembro de 2017

Calçadense concorre ao prêmio de melhor goleiro da Série C do Campeonato Carioca

Por Sérgio Oliveira

bloglastminute-news@reportagem.info
Foto: Divulgação



O Pérolas Negras foi o campeão da Série C do Campeonato Carioca 2017. Ainda com clima de competição, a "Seleção FutRio" da Série C do Campeonato Carioca noticiou os nomes dos indicados. De volta após 17 anos, a quarta divisão do Estadual viu brilhar os seus destaques nas 4 linhas. Agora o público do FutRio.net, elege os melhores jogadores da referida competição, escalando a equipe ideal, no esquema 4-3-3. Ainda ‘de quebra’, o melhor ‘COACH’ e a revelação da competição. Ao todo, 39 pretendentes a 13 vagas. 




Serão aceitos os votos até o dia 7 de dezembro (quinta-feira). Já o resultado sai no programa "FutRio na Geral", na sexta-feira (8/12), na Rádio FutRio, às 18h. A FutRio.net indicou os três preferíeis de cada posição. Depois dessa etapa, a definição dos vencedores fica por conta do público. O torcedor tem o direito de votar mais de uma vez, acatando um espaço de sete minutos por quesito. 

Na disputa, o jogador necessitou ter concorrido pelo menos metade do campeonato (oito jogos). Porém, na divisão revelação, a reivindicação era  de disputar pela primeira vez um campeonato profissional e ter, no máximo, 21 anos de idade.

O campeão Pérolas Negras foi o clube com mais indicados (dez nomes). O vice-campeão Campos Atlético Associação (sete categorias), além de 7 de Abril e Casimiro de Abreu, outros times que subiram para a Terceirona, com seis e quatro indicações, respectivamente. Também nomes de EC Resende, Tomazinho e Itaboraí Profute, concorrem.

CALÇADENSE NA DISPUTA

Nascido no Hospital Estadual São José do Calçado, em 8 de junho de 1995, no município de São José do Calçado, no Sul do Estado, O goleiro Wallef Mendes de Oliveira, vice-campeão pelo Campos Atlético Associação, está disputando o posto de melhor goleiro. Ele concorre com os goleiros Jeferson (Pérolas Negras) e Jorge (EC Resende). 

Para votar acesse
o link: http://futrio.net/site/noticia/detalhe/35201497/selecao-futrio-2017-vote-para-escolher-os-melhores-jogadores-da-serie-c



domingo, 26 de novembro de 2017

Carreata anuncia chegada da promoção de Natal na JNF

A CARREATA ATRAIU A CURIOSIDADE DE CENTENAS DE PESSOAS

Por Sérgio Oliveira
Fotos: Portal ABCapixaba/Divulgalção

Uma carreata pelos centros comerciais de Bom Jesus do Norte e Bom Jesus do Itabapoana, respectivamente Estados do ES e RJ, marcou a abertura oficial da promoção de natal do grupo JNF, na manhã do sábado (25), por volta das 8h30. E a cidade parou!


E para dar mais brilho ao evento – afinal colírio é para sarar os olhos-, em cima de um carro, o bom velhinho, popular papai Noel, teve a companhia da modelo Josielly Soilho, de 23 anos. Ela é a modelo exclusiva do Grupo JNF. O Grupo desfilou pelas ruas das duas Bom Jesus exibindo os prêmios que serão sorteados na promoção deste ano.

O bom velhinho e a modelo exclusiva da JNF

E de quebra, já está valendo nas Lojas do Grupo JNF "ganhe cupom e concorra a prêmios". Será sorteado 1 carro 0Km e 2 motos Dafra Super 50 0Km pela Associação Comercial.

A JNF fica localizada na Rua Carlos Xavier, 239, Bom Jesus do Norte (ES). Os proprietários Flávio Araújo e Lívia Silveira Rocha Oliveira agradecem pela preferência. 


                   Josielly Soilho, modelo exclusiva da JNF



























Mega carreata de lançamento da promoção de Natal do Grupo JNF








Novo presidente do Sindifiscal-ES é eleito

TRÊS CHAPAS DISPUTARAM O PLEITO. CANDIDATO DE SÃO JOSÉ DO CALÇADO NÃO OBTEVE ÊXITO

Por Sérgio Oliveira
Foto: Divulgação

E no final da noite de terça-feira (7), o Sindifiscal-ES (Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual do Espírito Santo), conheceu seu novo presidente: O auditor fiscal da Receita Estadual Carlos Heugênio Duarte Camisão. Ele concorreu pela chapa intitulada "Fisco Forte", que obteve 296 votos.

Carlos Heugênio é o novo presidente do Sindifiscal-ES

Heugênio administrará a nova gestão - triênio (2018-2020)-, a partir de janeiro de 2018. Ainda agregam a nova diretoria os auditores fiscais José Fermo (vice-presidente), Geraldo José Pinheiro (Financeiro), Jocelino Antônio Demuner (Administrativo), Zenaide Maria Tomazelli Lança (Jurídico), Zuleide Rosangélica de Assis Lopes (Aposentados e Pensionistas) e Rogério Zanon da Silveira (Comunicação). Já o Conselho Deliberativo ficou formado por: Marcelo Vinicius Borges Amistá, Lenise Seabra Miranda, Anthony Fermino Repetto Lavor, Marcelo da Silva Ramos e Luciano José da Silva.

Intitulada "Fisco Forte", a Chapa 1, impetrou 296 votos, contra 240 da chapa 2 “Reconstruindo o Fisco” e 188 votos da chapa 3 (Alternativa Para Avançar). Jefferson Spadarott Bullus, de São José do Calçado, candidato pela Chapa 3 – Alternativa Para Avançar, não obteve êxito. Ele ficou em terceiro lugar, e não teve votos em sua terra natal.

Os filiados do Sindifiscal-ES compareceram às urnas para escolher a nova Diretoria para o triênio 2018-2020, nos dias 6 e 7 de novembro. A coleta de votos foi por meio de urnas itinerantes, que no dia 6 de novembro percorreram todos os municípios. Também urnas fixas, que ficaram localizadas nas Subgerências de Fiscalização e no saguão do prédio da Sefaz-ES (Secretaria de Estado da Fazenda), no dia 7 de novembro das 9h às 17h.

Durante as eleições estavam aptos a votar, conforme Estatuto do Sindifiscal, os Auditores Fiscais e Auxiliares Fazendários ativos, aposentados e seus pensionistas que se filiaram ao sindicato até o dia 30 de abril de 2017. Por deliberação do Conselho de Gestão e para corresponder ao estatuto, os Consultores do Executivo, bem como suas pensionistas, e servidores administrativos não constaram na lista de filiados aptos a votar.

Três chapas se escreveram para participar do processo. Segue a composição de cada chapa.

CHAPA 1 – FISCO FORTE

DIRETORIA EXECUTIVA
Presidente – Carlos Heugênio Duarte Camisão
Vice-presidente – José Fermo
Diretor Tesoureiro – Geraldo José Pinheiro
Diretor Administrativo – Jocelino Antônio Demuner
Diretor Jurídico – Zenaide Maria Tomazelli Lança
Diretor de Aposentados e Pensionistas – Zuleide Rosangelica de Assis Lopes
Diretor de Comunicação e Divulgação – Rogério Zanon da Silveira
CONSELHO DELIBERATIVO
Marcelo Vinicius Borges Amistá
Lenise Seabra Miranda
Anthony Fermino Repetto Lavor
Marcelo da Silva Ramos
Luciano José da Silva

CHAPA 2 – RECONSTRUINDO O FISCO

DIRETORIA EXECUTIVA
Presidente – Eliseu Bridi
Vice-presidente – Júlio César Camilo Muniz
Diretor Tesoureiro – Jozival Coutinho de Jesus
Diretor Administrativo – Walker Ricardo Pinto
Diretor Jurídico – Jair Gomes da Silva
Diretor de Aposentados e Pensionistas – Maria Teresa de Siqueira Lima
Diretor de Comunicação e Divulgação – Alexander Allegretti Pocubay
CONSELHO DELIBERATIVO
Guilherme Frederico Pedrinha de Azevedo
Joselias Cordeiro França
Luiz Cláudio Pinheiro Pires
Luiz Henrique Ribeiro da Silva
Marco Aurélio Fernandes da Silva

CHAPA 3 – ALTERNATIVA PARA AVANÇAR

DIRETORIA EXECUTIVA
Presidente – Jefferson Spadarott Bullus
Vice-presidente – Élcio Pedro Uliana
Diretor Tesoureiro – José Monteiro Nunes Filho
Diretor Administrativo – Marlúcia Almeida Gouveia
Diretor Jurídico – Carlos Nunes de Oliveira Netto
Diretor de Aposentados e Pensionistas – Joemar Dessaune
Diretor de Comunicação e Divulgação – Eustáquio Francisco Xavier
CONSELHO DELIBERATIVO
Antônio Maurício de Freitas Neto
José Luiz Frisso
Sebastião Henrique Quirino
Marcos Tavares
Urbano de Oliveira Filho

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